Conto 04 - O VAMPIRO DE RAVENWOOD



 

O VAMPIRO DE RAVENWOOD


Era uma noite sombria e tempestuosa na cidade de Ravenwood. As ruas estavam desertas, exceto pelo ocasional lampejo de luz de um relâmpago que revelava as antigas construções góticas.


**Sophia**: (sussurrando) "Tem certeza de que isso é seguro, David?"


**David**: (olhando ao redor) "Não temos escolha, Sophia. Precisamos descobrir o que está acontecendo com essas pessoas desaparecidas."


Eles se dirigiam ao velho castelo no topo da colina, que tinha uma reputação sinistra. Diziam que ninguém voltava depois de entrar lá. Eles eram os únicos a tentar resolver o mistério que assombrava a cidade.


Ao chegarem, a enorme porta de madeira rangeu ao abrir-se, revelando um salão escuro e coberto de teias de aranha.


**Sophia**: (olhando nervosamente) "Algo não parece certo aqui..."


**David**: "Fique perto de mim. Precisamos encontrar alguma pista."


Enquanto exploravam o castelo, sentiram uma presença fria e sombria. De repente, uma figura alta e pálida apareceu diante deles. Seu olhar hipnotizante e os dentes afiados não deixavam dúvidas – era um vampiro.


**Vampiro**: (sorrindo sinistramente) "Visitantes inesperados... Como posso ajudá-los nesta noite tempestuosa?"


**Sophia**: (tremente) "Nós... nós estamos procurando nossos amigos desaparecidos."


**Vampiro**: "Ah, os desaparecidos... Lamento informar que vocês nunca mais os verão. Eles agora fazem parte do meu reino eterno."


David, reunindo coragem, pegou uma estaca de madeira escondida em seu casaco.


**David**: "Não vamos deixar você continuar com isso!"


Antes que o vampiro pudesse reagir, David avançou e cravou a estaca em seu coração. Com um grito ensurdecedor, o vampiro desintegrou-se em pó.


**Sophia**: (aliviada) "Nós conseguimos... mas precisamos nos apressar."


Eles correram pelos corredores do castelo, libertando as vítimas aprisionadas e escapando antes que o sol nascesse.


Quando voltaram para Ravenwood, a cidade se encheu de gratidão e admiração. Mas David e Sophia sabiam que a luta contra as trevas estava longe de terminar.


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